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Hospital São Francisco realiza Simpósio de Cardiologia Intervencionista para Clínico

O evento acontece em comemoração aos 50 mil procedimentos diagnósticos e terapêuticos do serviço de hemodinâmica do Hospital

07/07/2014

Dr. Antônio Secches, responsável pela hemodinâmica do Hospital São Francisco 

Nos dias 22 e 23 de agosto renomados cardiologistas clínicos e intervencionistas estarão reunidos no Hotel Streem Palace em Ribeirão Preto (SP) para participar do “Simpósio de Cardiologia Intervencionista para o Clinico”. A realização é do Hospital São Francisco de Ribeirão Preto em comemoração aos 50 mil procedimentos diagnósticos e terapêuticos do serviço de hemodinâmica.

O evento vai discutir temas como: o infarto do miocárdio, sua ocorrência e dificuldade para tratamento no Brasil, quando menos de 20% dos pacientes SUS são atendidos pelos hospitais; o que fazer para melhorar o diagnóstico e tratamento visando diminuir sua mortalidade; a substituição valvar aórtica percutânea em idosos, cuja cirurgia cardíaca está contraindicada as oclusões de defeitos congênitos do coração com oclusores e as novas próteses e farmacos também serão apresentados e discutidos.

“A cardiologia intervencionista vive hoje momento de grande expressão, dispondo de alta tecnologia para realização de procedimentos terapêuticos, em expansão para tratamento antes só possíveis pela cirurgia cardíaca. Angioplastia com implante de stents múltiplos, oclusão com prótese de defeitos cardíacos e extra cardíacos são realizados com segurança”, diz o Dr. Antônio Secches, responsável pela hemodinâmica do Hospital São Francisco.

O evento é coordenado pelo Dr. Antônio Secches e Dr. Luiz Antônio Finzi, responsáveis pelo Serviço de Hemodinâmica e pelo Prof. Dr. Fernando Nobre, coordenador do Serviço de Cardiologia do Hospital São Francisco e dirigido a profissionais da saúde, especialmente cardiologistas. O simpósio é gratuito e as vagas são limitadas.

“A contribuição da cardiologia intervencionista para a cardiologia geral nas duas últimas décadas tem sido fundamental com diagnósticos mais precisos inclusive com ultra som intracoronariano, avaliação funcional das lesões coronárias pelo FFR levando a melhores desfechos clínicos e diminuindo custo do procedimento”, diz Secches.

Mais informações sobre o simpósio e inscrições:
Tel: (16) 2138-3115
Email: cam@saofrancisco.com.br

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO

SEXTA-FEIRA
22 de Agosto de 2.014

19h – 19h45
Recepção dos Participantes – Entrega de Materiais

19h45 – 20h
Abertura – Homenagens

20h – 22h
Mesa Redonda
Contribuições da Cardiologia Intervencionista para o apoio Clínico

Moderadores:
Antônio Luis Secches e Luiz Antônio Finzi.

20h – 20h20
Stents farmacológicos: Vantagens e Limitações (o que nos ensinam os grandes estudos).
Expedito Ribeiro.
20h20 – 20h40
Desafios no tratamento do Infarto do Miocárdio: A Visão do Cardiologista Intervencionista.
Marcelo Cantarelli.
20h40 – 21h
Oclusões Percutâneas de: CIA, FOP e Apêndice Atrial.
Luiz Kajita.
21h00 – 21h20
TAVI: Atualizando resultados e expandindo indicações.
Expedito Ribeiro.
21h20 – 21h40
Reserva de Fluxo Fracionada (FFR): Diminuindo custos e melhorando desfechos clínicos.
Antônio Luiz Secches.
21h40 -22h
Perguntas e Respostas
22h
Coquetel



SÁBADO
23 de Agosto de 2.014

08h30 – 10h30
Mesa Redonda

Moderadores:
Ricardo N. Sgarbieri
Antônio Luiz Secches

Cenários comuns na Clínica Cardiológica: Definição das melhores condutas baseadas nas mais sólidas evidências.

Participantes:
José Antonio Marin Neto
Otávio Rizzi Coelho
Álvaro Avezum
Marcelo Garcia Leal
Oswaldo César de Almeida

1º. Cenário
Paciente de 58 anos com Lesão obstrutiva de 60% a 70% em DA e CX e 50% em CD. Assintomático. Achados descobertos em angio CT de coronária. Qual a conduta?
• Apenas medicação sem avaliação complementar?
• Cinecoronariografia para confirmar os achados da angio CT?
• Cinecoronariografia seguida de FFR?
• Teste de Esforço convencional?
• Cintilografia miocárdica de perfusão?
• Ecocardiograma de Estresse?

2º. Cenário
Paciente é submetido a ACTP com colocação de Stent em Artéria Descendente Anterior considerada culpada pelo evento que motivou sua internação.
Na cinecoronariografia foram identificadas: lesão (85%) em Coronária Direita e lesão de aproximadamente 60% na Circunflexa.
A melhor conduta é:
• Tratar as outras lesões nesse mesmo procedimento?
• Tratar as outras lesões antes da alta hospitalar?
• Pesquisar isquemia do miocárdio para decidir a conduta?
• Alta hospitalar com investigação posterior?



3º. Cenário
Paciente que chega ao Pronto Socorro com quadro característico de Síndrome Coronariana Aguda sem supradesnivelamento do segmento ST e FA. Fazendo uso de Varfarina. Qual deve ser o medicamento com ação antiplaquetária com vistas a possível tratamento com intervenção?


4º. Cenário
Paciente no qual foi colocado um Stent em Artéria Coronária Direita há cinco anos. Permanece assintomático com tratamento medicamentoso otimizado e com boa adesão.
Deverá ser avaliado por meio de métodos de detecção de isquemia?
Se sua conduta é concordante com a avaliação, qual o melhor método a ser empregado? Com qual frequência essa avaliação deverá ser repetida?



5º. Cenário
Paciente com lesão obstrutiva de 90% no tronco da coronária esquerda e demais artérias absolutamente normais. Presença de angina a médios esforços.
Qual a melhor conduta? Sempre cirurgia?

10h30 – 11h
Conferência
Presidente:
Paulo César Grandini

O que ocorreu de significativo durante os 50.000 cateterismos do Serviço de Cardiologia Intervencionista do Hospital São Francisco.
Conferencista:
Fernando Nobre


11h – 11h30
Intervalo

11h30 – 12h
Conferência
Presidente:
Marcus V. Papa

Tratamento do infarto Agudo do Miocárdio: A Visão do Cardiologista Clínico.
Conferencista:
Otavio Rizzi Coelho

12h – 12h30
Conferência
Presidente:
Marcos Antonio Ferez
Novos Anticoagulantes e drogas antidesividade plaquetária: Com empregá-los na prática clínica sob a luz dos novos estudos.

Conferencista:
Álvaro Avezum

12h30
Encerramento

Programação sujeita a alterações

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