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Orlândia lança programa de descarte de remédios

O Grupo São Francisco apoia o programa que visa preservar a saúde pública e proteger o meio ambiente

14/05/2014

O programa faz um alerta sobre os perigos de ingerir medicamentos vencidos, mal conservados ou fora de circulação.  

O descarte de medicamentos vencidos, na sua maioria, é feito no lixo domiciliar, na pia ou no vaso sanitário e pode causar sérios problemas de saúde pública e ao meio ambiente. Para solucionar essa questão, a cidade de Orlândia (SP) contará com postos de coleta para estes produtos. O Programa de Descarte de Remédios Vencidos é uma iniciativa da empresa Daidea Reciclagem Inteligente em parceria com a Prefeitura Municipal e conta com o apoio do Grupo São Francisco. O lançamento do projeto será nesta sexta-feira (16), às 10h na Unidade Básica de Saúde Américo Alves - Rua n° 1200, Jardim Siena.

O programa faz um alerta sobre os perigos de ingerir medicamentos vencidos, mal conservados ou fora de circulação. O maior desafio será o de eliminar o hábito que as pessoas têm de criar uma “farmácia doméstica”, ou seja, evitar o estoque de medicamentos vencidos armazenados em casa. O objetivo também é o de prevenir a automedicação, o uso de medicamentos sem prescrição médica ou auxílio de qualquer profissional de saúde.

O programa foi aprovado em janeiro de 2014 através do Decreto Municipal nº 4.308 e atende as exigências da Política de Resíduo Sólidos de Orlândia instada em 2012. Os postos de coleta estarão distribuídos entre as Unidades de Saúde da cidade, onde as pessoas podem deixar seus medicamentos vencidos.

“Os medicamentos serão recolhidos pela empresa contratada pela Prefeitura Municipal. O tratamento dos resíduos do grupo B é feito por meio da incineração. As cinzas serão encaminhadas para aterro sanitário licenciado”, diz a diretora da Daidea Reciclagem Inteligente, Michelle Miele.

O programa prevê ainda campanhas educativas para conscientizar a comunidade sobre a forma correta de descarte de medicamentos. A partir do segundo semestre serão realizadas palestras com temas ligados a intoxicação, automedicação, doação solidária de medicamento bom, reconhecimento da profissão do farmacêutico e amostra-grátis.

“Pesquisas indicam que diversas substâncias presentes nos remédios não são totalmente removidas durante os processos convencionais de tratamento de esgotos. O descarte impróprio desses medicamentos pode prejudicar não apenas o meio ambiente, mas também nossa saúde. Por isso é importante informar bem a população e deixar claro que o descarte correto das sobras de remédios é um ato de cidadania”, concluiu Miele.

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