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Hospital São Francisco de Ribeirão Preto promoveu palestra de atualização em Sepse

A iniciativa foi do Centro de Terapia Intensiva e teve como tema central “Por que a mortalidade por sepse no Brasil é tão alta? O encontro reuniu profissionais da área de saúde da instituição e convidados

30/09/2015

Coordenador da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital São Francisco, Dr. Marcus Ferez; gerente médica do Hospital São Francisco, Dra. Silvia Fonseca e a Profª Dra. Flávia Machado 

O Hospital São Francisco de Ribeirão Preto (SP) promoveu, no último dia 23/09, uma palestra sobre Sepse. O encontro aconteceu no auditório da própria instituição e reuniu cerca de 100 profissionais da saúde como médicos, enfermeiros entre outros. No evento foram levantadas as questões: “Por que a Mortalidade Brasileira é tão Alta? – Os Novos Estudos de EGDT Servem Para Nós?". Os temas foram apresentados pela Profª Dra. Flávia Machado, Diretora do Setor de Terapia Intensiva da UNIFESP (EPM) e do Instituto Latino-Americano de Sepse (ILAS).

Para a especialista, surgem a cada ano cerca de 30 milhões de novos casos no mundo. A sepse é uma das doenças mais comum e menos reconhecida, tanto em países em desenvolvimento como desenvolvidos. “A conscientização de todos os profissionais da saúde, assim como da população, é fundamental para essa importante luta que é a diminuição dos casos de sepse no mundo”, afirma a Dra. Flávia Machado.

Conceitualmente, a Sepse é uma resposta inflamatória generalizada do organismo a um quadro infeccioso. Qualquer pessoa que desenvolva um quadro grave em relação a uma infecção como, por exemplo, pneumonia, infecção urinária ou infecções pós-cirúrgicas, recebe o diagnóstico de sepse associada a esta uma resposta inflamatória sistêmica.

No Brasil, cerca de 10 a 15% dos leitos das unidades de terapia intensiva brasileiras são ocupados por pacientes com sepse, totalizando cerca de 500 mil casos da doença por ano, com taxa nacional de mortalidade, segundo dados recentes do Instituto Latino-Americano de Sepse (ILAS), de 44,8%.

De acordo com o coordenador da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital São Francisco, Dr. Marcus Ferez, o tema foi escolhido por ser uma questão tão atual e que merece ser bastante difundido, garantindo ainda mais preparo da equipe médica.

“O Hospital São Francisco está engajado no combate a Sepse. Nossos profissionais estão sempre em treinamento e cada vez mais comprometidos com os protocolos de reconhecimento e tratamento precoce desta síndrome séptica”, explica Ferez.

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