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Doença do refluxo gastroesofágico cresce e atinge as diversas faixas etárias

Hospital São Francisco de Ribeirão Preto (SP) oferece centro de gastrocirurgia com equipe especializada e complexa estrutura clínica, habilitado a realizar cirurgias capazes de proporcionarem a cura do refluxo, além de cirurgias de tumores do aparelho

01/08/2014

Doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é um dos problemas mais comuns relacionados ao aparelho digestivo 

A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é um dos problemas mais comuns relacionados ao aparelho digestivo. Estima-se que cerca de 45% da população ocidental apresente algum episódio de refluxo por mês e que cinco a 10% destes indivíduos façam referência diária ao sintoma. Qualquer um, incluindo bebês e crianças, pode apresentar a doença, mas a incidência é maior em idosos e em gestantes.

“A modernidade e suas comodidades além da alimentação mais atrativa, condimentada, hipergordurosa e superproteica, somados à correria do dia-dia e principalmente ao sobrepeso, trouxeram para os consultórios dos médicos gastroenterologistas e cirurgiões gerais a queixa mais comum, a “má digestão”, dor na barriga e azia ou queimação”, esclarece Dr. Eduardo Pacheco, médico cirurgião do centro de gastrocirurgial do Hospital São Francisco.

Essas queixas podem ser resultado do refluxo gastroesofágico, na qual o conteúdo do estômago (alimento ou líquido) retorna em direção ao esôfago, órgão com a simples função de um tubo que leva o alimento da boca ao estômago mas, se agredido pode trazer consequências sérias, que podem inclusive serem confundidas até com infarto, devido a dor de forte intensidade que ela pode provocar no peito do indivíduo.

A hérnia hiatal (uma alteração na qual parte do estômago se move acima do diafragma, que é o músculo que separa o tórax do abdome), assim como a gravidez, o aumento da pressão dentro do abdome pela obesidade, o tabagismo, etilismo e algumas medicações são alguns outros fatores podem aumentar o risco do refluxo.

O diagnóstico pode ser feito através de exames mais precisos como a endoscopia digestiva ou também pela pHmetria esofágica de 24h (onde o paciente fica com uma sonda nasal deixada até no esôfago pouco acima do estomago medindo o número e a duração dos refluxos ácidos durante o dia do paciente). Mas, segundo Pacheco, o simples histórico das queixas e sua associação com a ingestão de alimentos condimentados entre outros ou a melhora dos mesmos com restrição desses alimentos irritativos, são fortes indicativos da presença da doença. “Muitos indivíduos inclusive subestimam alguns alimentos considerados inofensivos e podem ter queixas típicas após uso de chocolate e o polvilho do pão de queijo, por exemplo. Há também sintomas menos comuns como tosses pós alimentar, regurgitações e até mesmo descalcificações dentárias”, acrescenta.

O tratamento da doença compreende desde alterações do estilo de vida, medicamentos ou cirurgia, vai depender de cada caso. Os bons hábitos alimentares e a prevenção da obesidade podem ser considerados os principais fatores de prevenção dessa doença. “Vale lembrar ainda que a automedicação também faz parte dessa nossa modernidade e pode atrasar um diagnóstico mais precoce, permitindo assim complicações indesejadas”, explica Pacheco.

Centro de Gastrocirurgia do Hospital São Francisco

O Centro de Gastrocirurgia do Hospital São Francisco de Ribeirão Preto (SP) tem complexa estrutura clínica, onde é possível realizar os mais avançados exames de auxilio diagnóstico citados na medicina avançada. São realizadas as diversas cirurgias capazes de proporcionarem a cura do refluxo, inclusive por vídeo, além de cirurgias de tumores do aparelho digestivo e as cirurgias de obesidade mórbida. O centro possui ainda uma equipe especializada e multidisciplinar, composta por médicos, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos e enfermagem, além de atender a qualquer tipo de necessidade de nutrição especializada.

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