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Hospital e Maternidade da rede credenciada da São Francisco Saúde é referência em projeto nacional de estímulo ao parto normal

O Sinhá Junqueira (HMSJ) foi escolhido para integrar projeto nacional de incentivo ao parto normal, que tem como objetivo reduzir a ocorrência de cesarianas desnecessárias na saúde suplementar e no Sistema Único de Saúde(SUS)

27/04/2015

O Sinhá Junqueira fará parte do piloto que reúne vinte e três hospitais privados e cinco maternidades do SUS 

O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou no último dia 27 de março a participação do Hospital e Maternidade Sinhá Junqueira no projeto nacional de incentivo ao parto normal, junto com outras instituições públicas e privadas da região Sudeste especialmente selecionadas.

Credenciar hospitais de referência como o HMSJ é parte do esforço permanente da São Francisco Saúde de ter a saúde da mulher como um dos objetivos fundamentais de sua filosofia operacional focada prioritariamente no desenvolvimento de programas de promoção e prevenção da saúde, através do seu Núcleo de Saúde Plena.

Projeto e Objetivos

Iniciativa desenvolvida em parceria com o Institute for Healthcare Improvement (IHI), o projeto nacional de estímulo ao parto normal busca identificar modelos inovadores de atenção ao parto, capazes de promover a melhor qualidade do cuidado e a segurança da mulher e do bebê. O objetivo é incentivar o parto normal e reduzir a ocorrência de cesarianas desnecessárias, tanto na saúde suplementar como no sistema público.

Na relação dos hospitais escolhidos constam dois hospitais no Espírito Santo, quatro em Minas Gerais, sete em São Paulo e quatro no Rio de Janeiro. Os estabelecimentos farão parte do piloto que reúne vinte e três hospitais privados e cinco maternidades do Sistema Único de Saúde (SUS), escolhidas pelo Ministério da Saúde.

Entre as instituições privadas selecionadas, oito estão entre as trinta maiores em volume de partos do país e onze entre as cem maiores, o que demonstra o compromisso social com a melhoria da qualidade da atenção ao parto e nascimento.

Esses hospitais possuem taxa de cesarianas de 88,7% - superior à identificada na saúde suplementar (84%) e na rede pública (40%). Já os estabelecimentos do SUS foram escolhidos por apresentarem percentual de cesarianas acima de 60% e por realizarem mais de mil partos por ano.

A estratégia de ação desenvolvida para os participantes do projeto envolve adequação de recursos humanos para a incorporação de equipe multiprofissional nos hospitais e maternidades; capacitação profissional para ampliar a segurança na realização do parto normal; engajamento do corpo clínico, da equipe e das próprias gestantes e revisão das práticas relacionadas ao atendimento das gestantes e bebês, desde o pré-natal até o pós-parto.

Três propostas de modelos assistenciais alternativos serão apresentadas aos participantes como ponto de partida. Eles foram construídos com base em evidências científicas e em experiências exitosas desenvolvidas por outras maternidades do país e serão aperfeiçoados e customizados junto com os hospitais do projeto-piloto.

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