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Araraquarenses se rendem aos aplicativos de celular para manter a saúde em dia

A Saúde Plena está lançando de forma pioneira no Brasil, o BIO SF, um aplicativo para smartphones e web sobre medicina preventiva e gestão integral da saúde

04/12/2015

Dr. Carlos Braga, gerente médico do Núcleo de Promoção e Gestão em Saúde da São Francisco 

O aumento na utilização de aplicativos para smartphones deverá ser o futuro da saúde no Brasil e no mundo. Há ‘apps’ que possibilitam o acompanhamento em exercícios físicos ou em dietas para emagrecimento, para lembrar-se de beber água, para o acompanhamento de gravidez, e para a comunicação entre pacientes e serviços de saúde.

“A tendência é de crescimento exponencial desses aplicativos nos próximos anos”, garante Antônio Pereira Filho, conselheiro do Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo).

As amigas Denise Matos da Silva, de 36 anos, e Juliana Campos Destéfano, 28, são duas das adeptas dos aplicativos. Cada uma utiliza um diferente, mas com o mesmo objetivo: ajudar no controle de intensidade e de distância do percurso em suas corridas e caminhadas.

“Utilizo-o há dois anos. Ele me ajuda muito na hora de controlar o quanto corro e quantas calorias eu perco”, comenta Juliana. A amiga Denise acrescenta que o seu aplicativo a ajudou a emagrecer 10 quilos este ano. “Ele sempre me lembra se eu diminuo o ritmo dos treinamentos”, comenta.

Já Daniela Matos Franco, 38, utiliza um ‘app’ que possibilita que sua nutricionista acompanhe cada refeição sua. “Você digita o que come e ele te dá a sua pontuação. Ele me lembra até de que eu preciso beber água durante o dia. É um ótimo parceiro”, diz ela, satisfeita com perda de 14 quilos em apenas um ano.

Como as três amigas, metade das pessoas que utilizam aplicativos de saúde optam por usar os ‘fitness apps’, que servem para melhorar o condicionamento físico e alimentação.

Aplicativos que evoluem

Além dos ‘fitness apps’, as tecnologias de ferramentas para smartphones vêm evoluindo, em especial na área da saúde. O Plano de Saúde São Francisco dispõe o aplicativo BIO Assistente Pessoal de Saúde, que serve para que o paciente possa entrar em contato com uma junta médica de forma mais ágil e eficaz.

Segundo o responsável pelo projeto no País, Carlos Braga, uma equipe de enfermeiros fica à disposição 24 horas para interagir com os pacientes. “A pessoa posta, como em uma rede social, o que ela faz ou come no dia e podemos monitorar e recomendar exames periódicos”, explica.

Carlos Braga, que também é médico, explica que os aplicativos não vêm para substituir o contato ‘médico-paciente’, mas garantir novas ferramentas para que o atendimento na saúde seja mais eficaz.

“O paciente terá um acompanhamento a todo o momento, o que pode salvá-lo numa emergência”, comenta.

Novo App

Utilizando as cidades de Araraquara e São Carlos para teste, o aplicativo Nowa – primeiro do gênero no País e que ainda não foi lançado – permitirá que o paciente informe aos laboratórios quais os exames que precisam realizar, além de já informar os dados cadastrais.

A intenção é agilizar o atendimento tanto para o laboratório quanto para o paciente. Três laboratórios vão testar a ferramenta, sendo um deles São Carlos. A equipe do Nowa comenta que a saúde é um nicho interessante a ser explorado por empreendedores no Brasil.

“Estamos sentindo um aumento no número de idosos no País, por isso vamos precisar de tecnologia para reorganizar o setor da saúde”, comenta uma das proprietárias.

Daniela, Denise e Juliana já estão animadas com o avanço dos aplicativos. “Poderão facilitar nossa vida”, dizem.

Consultas 24h por troca de mensagens

Com o avanço dos aplicativos de troca de mensagens e redes sociais, cada vez mais os pacientes estão em contato constante com médicos ou demais profissionais da saúde. A nutricionista Nádia Redondo comenta que as ferramentas de troca de mensagens colaboram muito com o seu trabalho.

“Quando meus clientes têm dúvidas em relação a dietas, costumam me mandar mensagens pedindo orientações sobre o que comer ou não”, comenta Nádia.

A nutricionista cita que conversa com a maioria dos seus clientes por essas ferramentas, mas alerta para alguns exageros no uso da tecnologia. “Já houve casos em que pacientes quiseram marcar consultas via chat. Não é assim que funciona”, classifica.

Fonte: Tribuna de Araraquara

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