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Projetos de ensino e profissional são exemplos de investimentos corretos

São Francisco Saúde patrocina a equipe de ciclismo de Ribeirão Preto (SP)

02/11/2014

Ciclismo e basquete fazem captação de recursos por meio das leis de incentivo 

Se muitos empresários se mantêm relutantes quanto ao investimento em marketing por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, e a iniciativa caminha com passos curtos perto do potencial brasileiro, a cidade de Ribeirão Preto pode celebrar o fato de ter bons exemplos na captação de recursos para formar equipes campeãs e ajudar a introduzir jovens e crianças no esporte.

A Equipe de Ciclismo de Ribeirão Preto, cujo principal provento é oriundo das Leis de Incentivo, é a exemplificação perfeita de como a reversão de impostos em projetos esportivos pode ser bem sucedida. O grupo, que tem Danilo Terra como diretor técnico, é o atual bicampeão brasileiro no ranking de Estrada. “Figurávamos entre os sexto e nono lugares do ranking até começarmos a captar os recursos”, lembra. As leis, no entanto, não permitem pagamento de salários a atletas. “Além dos 50% do orçamento via leis de incentivo, temos 35% de patrocínio direto de marketing, de onde saem as remunerações, e 15% da prefeitura”.

Segundo Terra, os gestores veem, no viés social, um fator de grande relevância para poder aderir aos programas esportivos. “O empresariado, por mais que não tenha custo, sempre vai avaliar o profissionalismo, a idoneidade e o impacto social dos projetos onde ele investe. Não que os profissionais não sejam importantes, mas muitos procuram esse viés”.

O técnico de basquete Márcio Marolo, é exemplo deste nicho. Ao notar a dificuldade de entidades privadas e públicas, fundou a Abec (Associação de Basquete, Esporte e Cultura) para poder conseguir angariar fundos por meio das leis. Hoje, atende mais de 650 crianças no município e ainda consegue auxiliar a Recra, a formar a base de seu basquete feminino. “A Abec tem quatro projetos aprovados em vigor. Três bancados por meio da Lei no âmbito estadual. Juntos, levam o basquete a crianças e jovens em comunidades de periferia. Outro, pela lei federal, nos ‘deu’ 30 meninas que treinam no juvenil e no profissional da Recra”.

Fonte: Jornal A Cidade

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